sexta-feira, 31 de maio de 2013

Colhemos o que plantamos


A cada dia ao abrirmos os olhos depois de uma reconfortante noite de sono, podemos constatar a maior benção que Deus poderia nos ofertar: A benção da vida, mas poucos de nós dá valor a este preciosidade.
Na correria do dia a dia, em busca de conforto material, não conseguimos ver o quanto a vida é bela.
Deixamos de apreciar a beleza da natureza que tão amorosamente nos é cedida pela Providência Divina, ao nos preocuparmos com recursos financeiros que nos dão estabilidade material e prazeres momentâneos.
Em nosso equivocado conceito do que é viver e ser feliz, deixamos de alimentar nosso espírito.
Para muitos torna-se piegas e ultrapassado se preocupar com a questão espiritual.
Assim levamos a vida: nascemos, crescemos, envelhecemos e no final de nossa existência sofremos e tememos a morte.
Nos questionamos enfim, depois de tanto tempo perdido, o que nos espera após a morte.
Descobrimos tarde demais que não vivemos e sim passamos pela vida.
Bens materiais, prazeres ilusórios e momentâneos nos trazem a falsa percepção do que é a felicidade.
E esta felicidade não sendo real, acaba no instante em que precisarmos dar o testemunho da fé e da confiança que temos no Pai da Vida.
Culpamos a Deus por nossos infortúnios, nos questionando da existência de uma Divindade Maior.
Filhos ingratos que somos não percebemos que colhemos o que plantamos.Não admitimos que todo o sofrimento e dor pelo qual passamos é responsabilidade de nossa inércia e de nossa falta de fé.
Preferimos fechar os olhos para o ensinamento que Jesus nos trouxe há mais de dois mil anos, ao nos mostrar que a felicidade está em amar ao próximo como a si mesmo.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Em momentos de dor...



Em  momentos de dor e angústia o ser humano geralmente necessita de uma palavra de consolo, de um abraço amigo.
Em momentos de dor a angústia é tamanha que não enxerga ao seu lado o amparo que necessita.
Quanto sofrimento ao sentir que o mundo foge aos seus pés sem achar a solução para suas dificuldades.
Muitas vezes se desespera, achando que não aguentará tanto sofrimento e até pensa em desistir de tudo.
E apesar de não enxergar o Divino amparo, é nestes momentos que é mais amparado.
É nos momentos de dor que a Espiritualidade Maior atua incondicionalmente, procurando dar a força e lenitivo necessário que o ser humano necessita para enfrentar as diversidades da vida.
É quando se está no fundo do poço que a mão do Pai se levanta para erguer seu filho tão amado.
É nos momentos de dor, quando tudo parece desabar que somos mais fortes para enfrentar o que a vida nos apresenta.
A cada dia o Pai da Vida nos oferta a benção da vida e nos convida a seguir em frente.
É nos momentos de dor que mais crescemos e amadurecemos, nos fortalecendo para os dias que virão.
É em cada momento de dor que nossos anjos guardiões nos acolhem em seus braços, nos ajudando a não desistir da benção da vida, nos aproximando da luz que irradia a nossa volta e que brilhará independente de nosso sofrimento.
Aproveitemos cada minuto de nossa vida para, mesmo nos momentos de dor, seguir em frente com fé, coragem e resignação, para que quando olharmos para trás compreendemos que os momentos de dor também passaram...

Por: Rita Ramos Cordeiro

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Livro Espírita - Um manancial de luz para os aflitos




Atualmente há uma proliferação enorme de livros espíritas no mercado editorial espírita.
Não entraremos aqui, na questão dos livros ditos "anti-doutrinários".
Focaremos nossa atenção apenas nos romances espíritas chamados por muitos como "água com açúcar."
Muitos criticam a publicação de romances espíritas pelas Editoras, alegando serem desnecessários estes livros para o Movimento Espírita.
É fato que as diretrizes para se conhecer a Doutrina Espírita são os livros codificados por Allan Kardec, como: O Livro dos Espíritos, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O livro dos Médiuns, A Gênese, O Céu e o Inferno.
Além destes temos os livros espíritas clássicos, escritos por: Leon Dennis, André Luiz, Divaldo Franco, Yvonne Pereira do Amaral, Raul Teixeira, entre tantos outros excelentes escritores que nos brindam com livros de grande importância doutrinária.
Com estes preciosos livros disponíveis para nosso conhecimento espírita, qual a necessidade dos romances espíritas no mercado literário espírita?
É necessário que lembremos que cada ser humano tem um tipo de entendimento e gosto pela leitura.
Muitos não se atraem por livros de estudo por acharem técnicos demais e não prendem a atenção no que lêem.
Os livros clássicos e de estudo da Doutrina Espírita são um manancial de conhecimento e luz para quem quer se aprofundar na Doutrina Espírita, porém muitas pessoas não conseguem assimilar este tipo de leitura.
Para isso foram criados os romances espíritas, de fácil assimilação para quem se interessa por uma leitura leve, apesar de não ter um teor doutrinário mais elaborado.
O romance espírita por se tratar de uma leitura mais leve não é menos importante que os livros de clássicos da Doutrina Espírita, para nosso conhecimento espiritual.

domingo, 12 de maio de 2013

O amor e os laços de família




Hoje é um dia muito especial para todas as mães e filhos que ainda podem comemorar esta data.
Também é um dia triste para os filhos que já perderam as mães e para as mães que ja perderam seus filhos.
Com certeza ser mãe é um sentimento indescritível de amor intenso.
Mas o que poucos sabem ou se lembram é que nesta vida, "estamos mães" ou então "estamos filhos"
Sim, porque é somente através da  bendita reencarnação que podemos ser mãe, pai, filho e outras tantas possibilidades.
A família espiritual que Deus nos concedeu é infinita e a cada encarnação esta família aumenta mais.
A mãe, pai, filho de ontem, pode ser hoje alguém que passa em nossa vida apenas por um curto espaço de tempo e se vai, seguindo seu caminho.
A mãe, pai ou filho de ontem, pode ser hoje nosso irmão de caminho que precisa de ajuda, amparo, consolo ou então de uma palavra amiga e que hoje viramos as costas.

domingo, 5 de maio de 2013

A sabedoria do tempo



Tempo de paz, alegria, perseverança e sabedoria.
Tempo de elevar o coração ao mais alto dos sentimentos: o Amor
Tempo de perdoar e aprender a aceitar nossos semelhantes com todas suas imperfeições.
Tempo de reconciliação, de esquecer o que passou e compreender que somos tão falhos quanto nossos irmãos de jornada.
Tempo de seguir em frente, cientes que apenas o amor nos mostrará o caminho da felicidade.
Se o irmão do caminho não ti aceita e compreende, ora.
Eleva seus pensamentos ao Pai, envolvendo este irmão com todo o amor de seu coração e aguarda.
O tempo passa, os sentimentos mudam e as pessoas repensam suas atitudes.
Aguarda e confia que momentos de Paz inundarão seu ser recompensando sua paciência, resignação, sabedoria e fé.

Por: Rita Ramos Cordeiro